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16 de maio de 2018 às 11:28

Casa Branca diz que mantém esperança de encontro entre Trump e Kim

A Casa Branca mantém a esperança de que a reunião entre o presidente Donald Trump e o ditador norte-coreano Kim Jong-un aconteça, apesar das ameaças de Pyongyang de cancelar o encontro, afirmou a porta-voz do governo americano, Sarah Sanders.

A Casa Branca mantém a esperança de que a reunião entre o presidente Donald Trump e o ditador norte-coreano Kim Jong-un aconteça, apesar das ameaças de Pyongyang de cancelar o encontro, afirmou a porta-voz do governo americano, Sarah Sanders.

"Ainda estamos esperançosos de que a reunião aconteça e vamos continuar neste caminho", disse Sanders em entrevista à rede de TV Fox News nesta quarta-feira (16). 

"Ao mesmo tempo, nos preparamos para que estas possam ser negociações duras", afirmou. "O presidente está preparado se o encontro acontecer. E se não acontecer, vamos continuar com a campanha de máxima pressão que está em progresso".

A Coreia do Norte disse nesta terça (15) que pode desistir da reunião de cúpula, programada para 12 de junho em Singapura, caso os Estados Unidos pressionem para que o país renuncie a seu arsenal nuclear.

Se o governo americano "nos encurralar e nos pedir unilateralmente para abandonar nossas armas nucleares, não vamos ter qualquer interesse na conversa ", afirmou o vice-chanceler norte-coreano, Kim Kye-gwan, em um comunicado.

A China, principal aliada de Pyongyang, também disse ter esperança de que a reunião de cúpula aconteça.

Durante as últimas semanas, Kim Jong-un se reuniu duas vezes com o líder da ditadura chinesa, Xi Jinping. O governo norte-coreano anunciou também no sábado (12) que vai desmontar sua área de testes nucleares. 

Além da ameaça a respeito do encontro com Trump, a Coreia do Norte cancelou uma conversa de alto nível com Seul prevista para acontecer nesta quarta.

De acordo com Pyongyang, o adiamento da reunião, que não tem mais prazo para ocorrer, foi uma resposta aos exercícios militares conjuntos realizados por Washington e Seul na península. O governo norte-coreano classificou o treinamento de uma "provocação grosseira e infame".

Fonte: FOLHA

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